Julgamento do atleta
começa na próxima segunda-feira. (Foto: Lucas Prates/Futura Press)
Considerado testemunha-chave tanto pela defesa quanto
pela acusação, o primo do goleiro Bruno , Jorge Luiz Rosa, 19 anos, foi
impedido de depor por videoconferência em decisão tomada nesta quinta-feira
pela juíza Marixa Rodrigues. Foi Jorge Luiz quem deu detalhes da suposta
execução da ex-amante do goleiro Eliza Samudio, por Marcos Aparecido dos
Santos, o Bola, na época do desaparecimento da modelo, em junho de 2010.
Posteriormente, o primo de Bruno mudou a versão e chegou a pedir desculpas a
Bola.
A
juíza, que vai comandar o julgamento dos acusados de matar Eliza a partir da
próxima segunda-feira, não justificou sua decisão. Jorge Luiz Rosa está no
Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de
Morte e por esse motivo não poderia se expor publicamente no julgamento, o que
motivou o pedido da videoconferência pelo promotor Henry Wagner de Castro.
Com a negativa da juíza Marixa, tanto o promotor quanto os advogados de defesa que arrolaram a testemunha podem insistir na oitiva do primo de Bruno. Neste caso, a juíza pode indeferir novamente o pedido ou até suspender o julgamento até que Jorge, que estaria em outro estado, seja trazido ao tribunal em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
O
advogado do rapaz, Elieser Jônatas Almeida, disse acreditar que a defesa deve
se aproveitar da decisão para insistir no depoimento e, em caso de nova
negativa, alegar cerceamento do direito de defesa. "Aquela primeira
versão de que os restos mortais de Eliza teriam sido jogados para cachorros
nunca existiu. Na ocasião, ele disse isso porque estava `noiado´, sob pressão,
acuado, sem advogado e sem pai e mãe. Se ele depuser, certamente vai beneficiar
a defesa", disse ele.
Fonte: Último Segundo - iG, com informações da Agência Estado
Com a negativa da juíza Marixa, tanto o promotor quanto os advogados de defesa que arrolaram a testemunha podem insistir na oitiva do primo de Bruno. Neste caso, a juíza pode indeferir novamente o pedido ou até suspender o julgamento até que Jorge, que estaria em outro estado, seja trazido ao tribunal em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Fonte: Último Segundo - iG, com informações da Agência Estado







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